Europa Press/Contacto/Andrea Renault - Arquivo
MADRID 30 jan. (EUROPA PRESS) - Luigi Mangione, o jovem acusado pela morte a tiros, em dezembro de 2024, de Brian Thompson, diretor executivo da UnitedHealthcare, não enfrentará a pena de morte depois que uma juíza federal rejeitou duas acusações contra ele que acarretavam a pena capital.
A juíza do distrito sul de Nova Iorque, Margaret Garnett, rejeitou duas acusações contra ele, uma por violação da lei sobre armas e outra por homicídio com arma de fogo, sendo esta última a que o tornava elegível para a pena de morte, segundo noticiou a CNN.
Além disso, ela também determinou que as provas recuperadas de sua mochila no momento da prisão sejam incluídas no processo judicial. O processo de seleção do júri terá início em 8 de setembro e espera-se que o caso comece em 13 de outubro. Mangione também enfrenta, separadamente, uma acusação de homicídio num tribunal de Nova Iorque, estado que não tem pena de morte, embora o juiz ainda não tenha marcado uma data para o julgamento. Ele se declarou inocente em ambos os processos. O jovem foi preso em um McDonald's na cidade de Altoona, no estado da Pensilvânia, cinco dias depois de supostamente matar a tiros Thompson, de 50 anos, em frente ao hotel Hilton Midtown, em Manhattan. O empresário, com uma trajetória de duas décadas na seguradora, assumiu em 2021 a direção da divisão de seguros da UnitedHealthcare. Os investigadores suspeitam que Mangione agiu movido por rancor contra o setor de seguros de saúde privados nos Estados Unidos, denunciado em várias ocasiões por rejeitar quase por padrão as reclamações de seus próprios clientes.
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