Publicado 21/05/2026 10:31

López Miras: "Não podemos permitir que Pedro Sánchez dê o golpe fatal no projeto Tajo-Segura"

Archivo - Arquivo - O presidente da Região de Múrcia, Fernando López Miras, discursa durante a cerimônia comemorativa do Dia da Região de Múrcia na FITUR 2026, no IFEMA, em 22 de janeiro de 2026, em Madri (Espanha). A 46ª edição da Feira Internacional do
Alejandro Martínez Vélez - Europa Press - Arquivo

MURCIA 21 maio (EUROPA PRESS) -

O presidente da Comunidade Autônoma da Região de Múrcia, Fernando López Miras, afirmou nesta quinta-feira, após tomar conhecimento da decisão do Supremo Tribunal, que “não podemos permitir que Pedro Sánchez desferisse o golpe fatal no Tajo-Segura”.

O Supremo Tribunal indeferiu o recurso contencioso-administrativo interposto pelo Sindicato Central de Regantes do Aqueduto Tajo-Segura (Scrats) contra a revisão do Plano Hidrológico da parte espanhola da Demarcação Hidrográfica do Tejo.

Por meio de uma mensagem publicada no 'X', o chefe do Executivo regional classificou o corte na transferência de água como uma “decisão estritamente política e arbitrária” e garantiu que, “juntamente com toda a sociedade, vamos reverter” essa situação.

López Miras acusou o presidente do Governo central de lançar um “ataque direto” a “milhares de famílias e ao futuro da Região de Múrcia”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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