Alejandro Martínez Vélez - Europa Press - Arquivo
MURCIA 21 maio (EUROPA PRESS) -
O presidente da Comunidade Autônoma da Região de Múrcia, Fernando López Miras, afirmou nesta quinta-feira, após tomar conhecimento da decisão do Supremo Tribunal, que “não podemos permitir que Pedro Sánchez desferisse o golpe fatal no Tajo-Segura”.
O Supremo Tribunal indeferiu o recurso contencioso-administrativo interposto pelo Sindicato Central de Regantes do Aqueduto Tajo-Segura (Scrats) contra a revisão do Plano Hidrológico da parte espanhola da Demarcação Hidrográfica do Tejo.
Por meio de uma mensagem publicada no 'X', o chefe do Executivo regional classificou o corte na transferência de água como uma “decisão estritamente política e arbitrária” e garantiu que, “juntamente com toda a sociedade, vamos reverter” essa situação.
López Miras acusou o presidente do Governo central de lançar um “ataque direto” a “milhares de famílias e ao futuro da Região de Múrcia”.
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