Publicado 31/07/2025 08:41

A C-LM colabora com a extinção dos incêndios em Ávila e Extremadura com quatro recursos aéreos

Archivo - Arquivo - Mídia aérea da Infocam.
INFOCAM - Archivo

TOLEDO, 31 jul. (EUROPA PRESS) -

O Governo de Castilla-La Mancha, através do Ministério Regional de Desenvolvimento Sustentável, mobilizou um total de quatro recursos aéreos do dispositivo Infocam para colaborar na extinção dos incêndios florestais em Ávila e Extremadura.

Especificamente, foram mobilizados dois helicópteros B3, que permanecem pelo terceiro dia consecutivo no incêndio de Gredos (Ávila), bem como duas aeronaves anfíbias para o incêndio ativo em Las Hurdes (Extremadura), conforme informado pela Junta em um comunicado à imprensa.

A esse respeito, o vice-ministro do Meio Ambiente, José Almodóvar, explicou que "os recursos aéreos da Infocam estão trabalhando em coordenação com ambas as comunidades autônomas, respondendo à extensão do pedido de apoio feito nas últimas horas".

Quanto à situação atual do incêndio em Las Hurdes (Cáceres), embora tenha havido alguma melhora, ainda há parte do perímetro a ser estabilizada. Por esse motivo, "foi solicitado reforço com os dois aviões anfíbios de Castilla-La Mancha, que colaborarão nos trabalhos de extinção", especificou o ministro do Meio Ambiente.

Em Ávila, o incêndio continua complexo, o que levou os dois helicópteros B3 da base de Serranillo a permanecerem na área pelo terceiro dia consecutivo para apoiar as equipes de extinção.

O vice-ministro destacou a importância dessa colaboração entre as comunidades autônomas, salientando que, com essas ações, até o momento, são 12 as que Castilla-La Mancha vem realizando com as comunidades vizinhas. "Essa cooperação demonstra, além da solidariedade entre as comunidades, o senso de Estado que compartilhamos, apoiando-nos uns aos outros quando a situação exige".

Além disso, Almodóvar destacou que, embora o risco de incêndios seja atualmente muito alto em áreas como Cáceres, Ávila e também Toledo, as condições em outras províncias de Castilla-La Mancha, como Guadalajara e Cuenca, permitem uma redistribuição eficaz dos recursos. "Isso nos permite colaborar com outras comunidades autônomas sem deixar de lado a vigilância e a resposta em nossa própria região", concluiu.

EQUILÍBRIO DOS INCÊNDIOS FLORESTAIS

Em nível regional, o vice-ministro regional do Meio Ambiente fez um balanço da campanha desde 1º de junho, destacando que, até o momento, houve 588 incêndios no ambiente natural, tanto florestais quanto não florestais, dos quais 532, ou seja, 90%, permaneceram no estágio de foco, afetando menos de um hectare. A área afetada é estimada em cerca de 2.900 hectares de terras agroflorestais, dos quais 1.800 hectares são terras florestais.

Por fim, Almodóvar pediu que as pessoas que visitam o ambiente natural ou realizam trabalhos agrícolas durante esses dias de alto risco de incêndio tomem extremo cuidado. Ele lembrou que essa é uma emergência que pode afetar tanto o patrimônio natural quanto a segurança das pessoas, buscando tornar a atividade agrícola compatível com a proteção do meio ambiente.

TALAVERA OFERECE

Por sua vez, o prefeito de Talavera, José Julián Gregorio, ofereceu seus serviços às localidades afetadas pelo grave incêndio declarado no Barranco de las Cinco Villas (Ávila), que ainda está no nível 2 e já devastou 2.000 hectares, de acordo com um comunicado de imprensa do Consistório de Talavera.

Gregorio expressou sua solidariedade com essas cidades "irmãs" de Talavera e se ofereceu para cobrir tudo o que elas precisarem nesses tempos difíceis, como água potável. Em particular para as cidades de El Arenal e Mombeltrán, que têm moradores confinados e estão em maior risco.

O prefeito também agradeceu "o grande e incansável trabalho dos serviços de emergência, bombeiros, voluntários e vizinhos" e enviou uma mensagem de encorajamento e esperança de que a situação evolua favoravelmente nas próximas horas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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