Publicado 09/06/2026 06:07

Llorca exorta os sindicatos de professores a manterem o "diálogo e o entendimento" alcançados nesta segunda-feira

O presidente da Generalitat, Juanfran Pérez Llorca, participa do quarto encontro “Rumo ao futuro”, organizado pela Europa Press Comunitat Valenciana
ROBER SOLSONA/EUROPA PRESS

VALÊNCIA 9 jun. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Generalitat, Juanfran Pérez Llorca, instou os sindicatos de professores em greve por tempo indeterminado a manterem a “via do diálogo e do entendimento”, que considera ter sido alcançada na reunião “muito produtiva” da última segunda-feira da mesa de negociação na Secretaria de Educação.

Foi o que ele declarou à imprensa após participar da inauguração de um encontro informativo organizado pela Europa Press.

A mesa de negociação desta segunda-feira foi encerrada na noite de segunda-feira, após uma jornada maratônica, com pré-acordos em algumas matérias e divergências em outras, como a remuneração salarial, aguardando que a Secretaria de Educação apresente aos sindicatos, nesta terça-feira, o novo documento para que este seja transmitido às suas bases.

Nesse contexto, Llorca destacou que na reunião foi possível discutir “muitas questões” e que se chegaram a pré-acordos, embora tenha admitido que em outros assuntos “ainda há um longo caminho a percorrer”.

Ele avaliou positivamente o fato de ter havido “diálogo e entendimento” na mesa de negociação, ao mesmo tempo em que afirmou que “estamos diante de um fato que pode ser pioneiro na Espanha: nunca havia sido proposto um desafio tão importante, que representará uma transformação para a educação”.

“UNIR FORÇAS”

É por isso que o presidente do Consell defendeu que “se todos entendemos a educação como a questão prioritária” para a sociedade, deveria “ser fácil unir forças”. Ele também sinalizou que “é possível fazer melhorias e esclarecer questões”.

De qualquer forma, ele insistiu em destacar que, na “maratona” de negociações desta segunda-feira, o diálogo e o entendimento foram mantidos, pelo que instou “todas as partes” do conflito trabalhista a seguirem nessa linha.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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