Publicado 01/08/2026 05:56

A Lituânia reitera seu apoio à Ucrânia contra o “terror russo” após o ataque a Kiev que causou danos à sua embaixada

Lituânia convoca o embaixador russo em Vilnius

15 de julho de 2026, Vilnius, Lituânia: O presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda, é visto falando durante uma coletiva de imprensa conjunta com o presidente da Letônia, Edgars Rinkevics (fora do enquadramento), no Palácio Presidencial. O presidente da Le
Europa Press/Contacto/Yauhen Yerchak

MADRID, 1 ago. (EUROPA PRESS) -

As autoridades lituanas reiteraram seu apoio à Ucrânia depois que, na noite passada, novos ataques das Forças Armadas da Rússia contra Kiev danificaram as instalações de sua Embaixada na capital do país.

“Este é mais um lembrete de que o terror da Rússia não conhece limites. E de que a Ucrânia está defendendo não apenas seu próprio povo, mas a segurança de toda a Europa”, afirmou o presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda, que destacou que não houve vítimas entre o pessoal da missão diplomática.

Nauseda ressaltou que a Lituânia permanecerá firme ao lado do presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, e de seu povo, e pediu aos parceiros da OTAN que aumentem o apoio “fornecendo sistemas de defesa aérea mais modernos para salvar vidas”, conforme consta de uma mensagem nas redes sociais.

“A Ucrânia deve receber os meios para proteger seus céus, seu povo e nossa liberdade compartilhada”, afirmou o presidente lituano, endossando assim também as reivindicações de Zelenski, que, após o ataque, alertou que não foi possível derrubar os mísseis russos devido à falta de armamento.

Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores, Kestutis Budrys, explicou que “os mísseis atingiram a poucos metros da Embaixada” e que, felizmente, o pessoal que trabalha nas instalações não sofreu ferimentos.

Consequentemente, ele anunciou que convocarão o embaixador russo em Vilnius na sede do Ministério das Relações Exteriores. “A campanha de terror da Rússia contra a Ucrânia continua sem limites. Não há qualquer sinal de que haja uma vontade real de detê-la, buscar a paz ou participar de negociações”, denunciou.

“O objetivo do Kremlin continua o mesmo: destruição, morte e intimidação. A resposta é clara: aumentar a pressão sobre a Rússia por meio de sanções mais severas e intensificar o apoio à Ucrânia”, concluiu o ministro.

As Forças Armadas da Rússia lançaram um novo ataque maciço contra Kiev durante a noite passada, que deixou, até o momento, nove mortos e cerca de trinta feridos. Moscou argumentou que o alvo do bombardeio foram instalações onde são fabricados componentes para mísseis e para o arsenal ucraniano.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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