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MADRID 22 maio (EUROPA PRESS) -
Os presidentes da Lituânia, Gitanas Nauseda, e da Letônia, Edgars Rinkevics, destacaram nesta sexta-feira que o envio adicional de 5.000 soldados americanos à Polônia, anunciado pelo presidente Donald Trump, é uma “decisão significativa” para toda a ala leste da OTAN e contribui para a segurança dos países bálticos.
“A decisão do presidente Donald Trump de enviar 5.000 soldados americanos adicionais à Polônia é uma decisão significativa para a segurança do flanco oriental da OTAN”, indicou o líder lituano em uma mensagem nas redes sociais.
Nauseda destacou que uma maior presença aliada na região “reforça a dissuasão e contribui para a segurança dos Estados Bálticos e de toda a Europa”.
Por isso, ele defendeu a necessidade de uma presença militar contínua dos Estados Unidos na zona e, especificamente, afirmou que na Lituânia “continua sendo vital para a segurança da região”.
Na mesma linha, Rinkevics comemorou a medida tomada por Washington, garantindo que “fortalecerá a segurança do flanco oriental da OTAN”. “Ao mesmo tempo, a Europa deve reforçar urgentemente suas próprias capacidades de defesa”, destacou, insistindo para que os aliados europeus façam mais em matéria de defesa.
Trump anunciou o envio de um contingente adicional de 5.000 soldados para a Polônia, dias depois de ter cancelado esse plano, que estava alinhado com a retirada de tropas da Alemanha, em meio às críticas ao chanceler alemão, Friedrich Merz, pela guerra no Irã.
Por sua vez, o presidente da Polônia, Karol Nawrocki, elogiou a “aliança polonês-americana”, reivindicando-a como um “pilar fundamental” para a “segurança” de “cada lar polonês e de toda a Europa”. O chefe de Estado polonês agradeceu ao ocupante da Casa Branca por sua “amizade para com a Polônia”, bem como por suas decisões com “repercussões práticas”.
Nesta mesma sexta-feira, o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, comemorou o envio de tropas anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, embora tenha insistido que “o caminho” que a OTAN tem pela frente é aquele em que “a Europa seja mais forte”, garantindo que, “com o tempo, passo a passo”, os europeus dependam menos “de um único aliado, os Estados Unidos”.
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