Publicado 25/06/2026 06:36

Líderes europeus expressam todo o seu “apoio” e “solidariedade” à Venezuela após o duplo terremoto

Membros das equipes de emergência estão trabalhando para ajudar as pessoas afetadas pelos terremotos na Venezuela.
Marcos Salgado / Xinhua News / Europa Press / Cont

MADRID 25 jun. (EUROPA PRESS) -

Vários líderes europeus expressaram nesta quinta-feira todo o seu “apoio” e “solidariedade” às autoridades e ao povo da Venezuela após os fortes terremotos de magnitude superior a 7 registrados durante a madrugada no país, que deixaram cerca de trinta mortos, segundo o balanço preliminar do governo venezuelano.

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que seus “pensamentos” estão com as pessoas afetadas. “Quero expressar toda a minha solidariedade às vítimas, aos seus entes queridos e àqueles que estão atuando no local”, declarou em um comunicado.

A ele se juntou a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, que acompanha “com profunda preocupação as consequências do violento terremoto que atingiu a Venezuela”. “Gostaria de transmitir, em nome do governo, minha mais sincera solidariedade e proximidade às autoridades venezuelanas e à população”, afirmou ela em uma mensagem nas redes sociais.

“Estamos em contato constante com o Ministério das Relações Exteriores para acionar prontamente todos os canais de ajuda humanitária e assistência aos nossos concidadãos”, explicou ela, seguindo a linha de países como a Espanha, que já havia manifestado todo o seu apoio e oferecido ajuda imediata a Caracas.

Nesse sentido, o presidente do Governo, Pedro Sánchez, demonstrou seu apoio e o da Espanha ao povo venezuelano “após os terremotos devastadores” que atingiram o país nas últimas horas. “Nossos pensamentos estão com as vítimas e suas famílias”, disse ele.

O governo britânico manifestou seu pesar pelos acontecimentos e afirmou estar “trabalhando com os parceiros para atender às necessidades existentes e ajudar na resposta global” aos terremotos. “Os cidadãos britânicos devem seguir as orientações das autoridades locais e consultar os alertas de viagem para obter as informações mais recentes disponíveis”, afirmou a ministra das Relações Exteriores, Yvette Cooper.

Da mesma forma, seu homólogo alemão, Johann Wadephul, disse sentir-se “profundamente entristecido pela devastação causada pelos terremotos”. “Nossos corações estão com todos aqueles que perderam seus entes queridos, com os feridos e com aqueles que trabalham incansavelmente para resgatar os sobreviventes”. “A Alemanha está pronta para apoiar o povo da Venezuela”, acrescentou.

Da Ucrânia, o ministro das Relações Exteriores, Andri Sibiga, também expressou sua solidariedade ao povo venezuelano e lamentou as “perdas humanas”. “Enviamos nossas mais sinceras condolências aos familiares das vítimas. Desejamos uma rápida recuperação aos feridos e muita força às equipes de resgate que trabalham incansavelmente no local”, afirmou.

Por sua vez, o primeiro-ministro tcheco, Andrej Babis, falou de um “desastre em grande escala” que “atingiu a Venezuela”, onde “o terremoto ceifou milhares de vidas”. “Meus pensamentos estão com as famílias das vítimas e com todos os venezuelanos afetados por esta tragédia. A República Tcheca está pronta para fornecer assistência humanitária imediata e apoio às operações de resgate”, destacou, antes de transmitir suas condolências.

Enquanto isso, o presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda, também expressou suas condolências pelo “terremoto devastador”. “Desejo muita resiliência a todos os afetados e uma rápida recuperação àqueles que precisam”, afirmou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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