Europa Press/Contacto/Lev Radin
MADRID, 16 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Eslováquia, Peter Pellegrini, saudou a cúpula de sexta-feira entre os líderes dos Estados Unidos e da Rússia, Donald Trump e Vladimir Putin, como um passo importante para pôr fim à guerra na Ucrânia; uma mensagem repetida pelo primeiro-ministro do país, Robert Fico, que, no entanto, aproveitou a oportunidade para destacar o contraste entre esta reunião e a "estratégia fracassada" de pressão contra Moscou empreendida pela União Europeia.
Em um vídeo publicado em sua conta no Facebook, Fico - assim como o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, conhecido por sua afinidade com a Rússia - disse que "os próximos dias dirão se os principais atores da União Europeia apoiarão esse processo e levarão o conflito ucraniano a uma solução rápida, ou se a estratégia europeia fracassada de tentar enfraquecer a Rússia por meio desse conflito com todos os tipos de assistência financeira, política ou militar continuará".
Afirmando, como a Rússia também argumenta, que o conflito na Ucrânia "tem raízes históricas", Fico pediu não apenas garantias de segurança para a Ucrânia, mas também para Moscou. Em termos gerais, concluiu, a forma e a conduta da cúpula do Alasca "estão totalmente de acordo com a política externa soberana da Eslováquia".
Por sua vez, Pellegrini considerou que a cúpula do Alasca "representa um marco importante na conquista de uma paz duradoura e sustentável na Ucrânia". Embora o presidente eslovaco tenha reconhecido que a reunião entre Putin e Trump "não produziu resultados imediatos e tangíveis", ele argumentou que seu significado mais importante "é que ela aconteceu" e, portanto, "criou uma oportunidade para reabrir os canais de diálogo" entre todas as partes.
"A atmosfera construtiva de respeito mútuo na qual a reunião ocorreu oferece uma base promissora para o engajamento diplomático contínuo. Espero que esses esforços levem ao objetivo mais importante: a cessação das hostilidades na Ucrânia e o fim do sofrimento e da perda de vidas inocentes", concluiu.
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