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MADRID 27 jan. (EUROPA PRESS) -
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, viajam nesta terça-feira para Berlim e Paris para se reunirem com o chanceler alemão, Friedrich Merz, e o presidente francês, Emmanuel Macron, em meio a tensões causadas pelas pretensões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de anexar a ilha ártica.
Frederiksen mantém contato com os parceiros europeus após a cúpula europeia da semana passada, na qual obteve apoio à sua soberania sobre o território, linha vermelha que Copenhague estabelece para qualquer conversa com Washington, embora tenham defendido, por sua vez, a manutenção das relações transatlânticas.
Na Alemanha, a líder dinamarquesa e o líder groenlandês se reunirão em Berlim com Merz, com quem Frederiksen já compartilhou espaço na cúpula energética do Mar do Norte, realizada em Hamburgo nesta segunda-feira. Na capital alemã, eles participarão da cúpula geopolítica e econômica “Welt Economic Summit”, que contará com membros do governo e do mundo empresarial alemão, informou seu gabinete.
Depois, viajarão para Paris para se reunir com o presidente francês e também participarão de uma conversa na universidade Sciences Po. Trump anunciou um acordo preliminar com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, para manter canais de diálogo para uma saída para a crise na Groenlândia, onde insiste no estabelecimento de novas zonas de soberania americana. Rutte garantiu nesta segunda-feira que haverá “duas linhas de trabalho” simultâneas sobre a segurança na Groenlândia, uma primeira para que a OTAN assuma mais responsabilidade na defesa do Ártico e outra para evitar que a Rússia e a China tenham maior presença na ilha pertencente à Dinamarca.
A ideia é continuar as conversas tripartidas iniciadas em Washington há duas semanas entre os líderes da Dinamarca e da Groenlândia com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o vice-presidente americano JD Vance, linha que também foi defendida por Copenhague, que insiste em estabelecer contatos com os Estados Unidos e reforçar a segurança da Groenlândia por meio de um esforço coletivo da OTAN.
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