Europa Press/Contacto/Iranian Supreme Leader'S Off
MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
O líder supremo do Irã, o aiatolá Mojtaba Jamenei, afirmou nesta quinta-feira que seu país “não busca a guerra”, embora tenha garantido que “não renunciará aos seus direitos”, à medida que se aproximam as negociações com os Estados Unidos para pôr fim ao conflito desencadeado há mais de um mês, com a ofensiva de Israel e dos Estados Unidos contra Teerã.
Foi o que ele declarou em um discurso transmitido pela rede estatal IRIB e por agências de notícias iranianas como a Tasnim, por ocasião da morte de seu pai e antecessor no cargo, Ali Jamenei, no primeiro dia de bombardeios sobre território iraniano, em 28 de fevereiro passado.
Nesse sentido, o atual líder supremo garantiu que o Irã está decidido a “vingar” a morte do falecido aiatolá, bem como das vítimas fatais causadas pela ofensiva, que somam mais de 3.000, conforme indicado nesta mesma quinta-feira pelas autoridades.
Jamenei defendeu, apesar dos danos sofridos, que as Forças Armadas iranianas “transformaram a guerra em uma vitória” e destacou que “ficou claro que o Irã é uma grande potência e que a arrogância está em declínio”.
Apesar disso, a poucos dias de Washington e Teerã se sentarem à mesa de negociações neste fim de semana no Paquistão, o líder supremo convidou seus compatriotas a “continuarem” se manifestando nas ruas.
Além disso, indicou que levará a gestão do Estreito de Ormuz “a uma nova fase”, sem dar mais detalhes, após o anúncio de uma trégua de doze dias que inclui essa passagem fundamental para o comércio mundial.
Por outro lado, sinalizou que o Irã espera “uma resposta adequada” por parte de seus vizinhos do Golfo para poder “demonstrar-lhes (sua) irmandade”. “Vocês estão testemunhando um milagre, portanto, permaneçam firmes e tomem cuidado com as falsas promessas dos inimigos”, afirmou.
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