Europa Press/Contacto/Matias Basualdo - Arquivo
MADRID 2 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades colombianas extraditaram nesta quinta-feira para o Chile Dayonis Junior Orozco Castillo, conhecido como “Botija”, um dos líderes do Tren de Aragua e procurado pela Justiça chilena pelo assassinato de um oficial da Carabineros em 2024.
Agentes da Polícia Nacional da Colômbia entregaram “Botija” a funcionários da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) de Santiago do Chile, que o transportaram em um voo da Força Aérea chilena.
O réu, com dupla nacionalidade colombiana e venezuelana, permanecia sob custódia das autoridades colombianas desde sua prisão em abril de 2024 em Popayán, ao sul de Bogotá, após uma operação realizada em coordenação com esses dois países, bem como com as autoridades do Peru, conforme informa a emissora Caracol.
A Suprema Corte decidiu a favor da extradição, ao considerar que os crimes de que é acusado — pelo assassinato do carabinero Emanuel Sánchez Soto — não têm caráter político.
O crime ocorreu em 10 de abril de 2024, quando o policial tentou impedir um roubo que, segundo as autoridades chilenas, teria sido cometido por Orozco junto com outras quatro pessoas.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, autorizou nesta quarta-feira o mandado de extradição para o Chile de Larry Amaury Álvarez, conhecido como “Larry Changa”, depois que o Supremo aprovou sua transferência para aquele país, onde ele é procurado por crimes de sequestro e participação em organização criminosa.
Trata-se de um dos fundadores, juntamente com Héctor Rusthenford Guerrero, conhecido como “Niño Guerrero”, e Yohan José Romero, conhecido como “Johan Petrica”, do “Tren de Aragua”, uma organização criminosa transnacional que surgiu de uma aliança criminosa formada na prisão de Tocorón, na Venezuela, entre 2007 e 2013.
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