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MADRID 16 fev. (EUROPA PRESS) -
O secretário-geral do Hezbollah, partido da milícia xiita libanesa, Naim Qasem, pediu ao Estado libanês que rejeite qualquer possível atraso no prazo para a retirada das forças israelenses do território libanês, acordado no acordo de cessar-fogo e marcado para 18 de fevereiro.
"Israel deve se retirar completamente do território libanês até 18 de fevereiro. Não há nenhuma desculpa que possa justificar sua presença contínua", disse Qasem em um discurso relatado pelo jornal libanês 'L'Orient-Le Jour'.
"O Estado libanês não deve aceitar que o exército israelense permaneça em cinco pontos estratégicos ou em qualquer outro lugar. A posição do Estado libanês deve ser firme", acrescentou.
O líder do grupo enfatizou que "não nos renderemos nem nos permitiremos ser derrotados". "A vantagem dos comandantes que foram martirizados é que eles combinam a dimensão moral da fé com a dimensão militar", enfatizou.
Qasem também se referiu ao plano do presidente dos EUA, Donald Trump, de evacuar os palestinos da Faixa de Gaza e alertou que essas são propostas "muito perigosas". "Ele quer acabar com a Palestina e seu povo. É um processo de extermínio político após o fracasso de Benjamin Netanyahu e dos Estados Unidos em exterminar a resistência", reprovou.
"Condenamos e rejeitamos qualquer deslocamento de palestinos na região. O plano dos EUA é um perigo para todos, especialmente para os países árabes e muçulmanos. Eles devem rejeitar qualquer deslocamento de palestinos e o Hezbollah está pronto para contribuir se os países árabes tiverem um plano alternativo sem deslocamento de palestinos", disse ele.
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