Europa Press/Contacto/Sebastian Marmolejo
MADRID 3 fev. (EUROPA PRESS) - O líder do grupo criminoso La Inmaculada, Andrés Felipe Marín, conhecido como “Pipe Tuluá”, foi extraditado nesta terça-feira para os Estados Unidos, onde é procurado por três acusações de tráfico de drogas, às vésperas do encontro que os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Colômbia, Gustavo Petro, manterão na Casa Branca.
Em meio a fortes medidas de segurança, Marín foi transferido durante a madrugada de uma delegacia no centro de Bogotá, a capital, para as instalações da Direção Antinarcóticos da Polícia, próxima ao aeroporto de El Dorado, de onde partirá para os Estados Unidos.
Lá, um tribunal do Texas o acusa de três crimes relacionados ao tráfico de drogas em grande escala, em coordenação com outras organizações criminosas como a mexicana La Línea, o Cartel de Sinaloa ou a colombiana Oficina de Envigado, cujas origens remontam aos anos 80 como rede de assassinos de Pablo Escobar.
“Pipe Tuluá” cumpria na Colômbia uma pena de 30 anos de prisão por homicídio, extorsão e associação para delinquir. O fato de continuar liderando sua organização de dentro da prisão motivou sua transferência para a delegacia de Los Mártires, no centro de Bogotá, para reforçar sua vigilância.
A entrega ocorre às vésperas do encontro entre Petro e Trump na Casa Branca, com o qual se espera amenizar as relações entre os dois mandatários após vários meses de ameaças lançadas pela Casa Branca. A extradição desse tipo de perfil tem sido um tema recorrente nas reuniões bilaterais.
A Inmaculada é uma organização criminosa sediada no departamento de Valle del Cauca e opera principalmente na cidade de Tulua, no oeste da Colômbia. Nos últimos anos, houve um aumento dos ataques após a prisão do irmão de 'Pipe Tuluá', Mauricio Marín Silva, conhecido como 'Nacho'.
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