MADRID 1 ago. (EUROPA PRESS) -
As autoridades libanesas informaram nesta sexta-feira que quatro pessoas foram mortas em ataques realizados na quinta-feira pelas forças israelenses contra "alvos" no vale de Bekaa'a, no leste do país, e em áreas no sul, bombardeios que ocorreram apesar do cessar-fogo acordado no final de 2024.
O Ministério da Saúde libanês confirmou o número de mortos, embora o partido-milícia Hezbollah tenha esclarecido que todos eles são milicianos do grupo, que identificou como Hassan Ghamluch, Ali Hammud, Nassif Bahja e Hassan Horchi, de acordo com informações do jornal 'L'Orient-Le Jour'.
O Hezbollah disse que todos eles se tornaram "mártires" depois de sucumbirem aos ferimentos sofridos pelos ataques do exército israelense, que disse ter atingido a "infraestrutura usada para armazenar armas estratégicas", incluindo o "maior míssil de precisão" da milícia.
No entanto, não forneceu detalhes sobre os locais específicos desses ataques. "Entre as infraestruturas atingidas estavam algumas usadas para a produção de explosivos e desenvolvimento de armas pela organização terrorista Hezbollah", disseram as forças israelenses em um comunicado.
As autoridades israelenses justificam esse tipo de ataque contra o Líbano argumentando que estão agindo contra as atividades do Hezbollah e, portanto, não violam o cessar-fogo acordado em novembro, embora tanto Beirute quanto o grupo xiita tenham criticado essas ações, também condenadas pelas Nações Unidas por seu impacto negativo sobre a estabilidade do país.
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