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MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, assegurou nesta quarta-feira que se opõe a adiar a retirada das tropas israelenses do sul do país, que devem, portanto, deixar a área em 18 de fevereiro como parte do acordo de cessar-fogo alcançado em novembro com a milícia xiita Hezbollah.
A presidência libanesa veio a público para negar os relatos da imprensa local de que Aoun estaria disposto a prorrogar o prazo para a retirada das tropas da IDF mais uma vez, como aconteceu no final de janeiro.
"O presidente Aoun enfatizou repetidamente a insistência do Líbano em uma retirada completa do inimigo israelense até o prazo final de 18 de fevereiro", disse a presidência libanesa na mídia social. De acordo com a mídia, Aoun teria se permitido adiar a retirada até o final de março.
Israel lançou uma ofensiva contra o Líbano em setembro passado em resposta aos ataques do Hezbollah ao território israelense em apoio à causa palestina após os ataques de 7 de outubro e a subsequente guerra na Faixa de Gaza. O conflito matou 4.000 pessoas em apenas algumas semanas.
As autoridades israelenses e libanesas chegaram a um acordo sobre um cessar-fogo em troca da retirada de qualquer presença do Hezbollah do sul do Líbano, bem como das tropas israelenses em favor do exército libanês regular. O período para essa retirada deveria ter expirado no final de janeiro, mas foi prorrogado até 18 de fevereiro.
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