Marwan Naamani/dpa - Arquivo
MADRID 7 mar. (EUROPA PRESS) -
O exército libanês acusou nesta sexta-feira as autoridades israelenses de "trazer deliberadamente colonos" para visitar um "suposto santuário religioso" no sul do território libanês, o que constitui uma "flagrante violação da soberania nacional".
O incidente ocorreu nas proximidades de Hula, uma cidade no extremo sul do Líbano, a apenas dois quilômetros da fronteira com Israel, disseram as autoridades militares libanesas em uma breve declaração em seu site.
"A entrada de colonos da entidade israelense em território libanês é um aspecto da persistência do inimigo em violar leis internacionais, resoluções e acordos relevantes, especialmente a Resolução 1701 e o acordo de cessar-fogo", acrescentaram.
O exército libanês enfatizou que está monitorando os eventos em coordenação com "o comitê de cinco membros que supervisiona o acordo de cessar-fogo", bem como a Força Interina da ONU no Líbano (UNIFIL).
O local específico é onde se acredita que um rabino judeu do século IV esteja enterrado. No entanto, os libaneses discordam dessa versão e afirmam que os restos mortais de Shaykh Abbad, um clérigo muçulmano e fundador do movimento xiita no país, estão na área.
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