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MADRID 16 abr. (EUROPA PRESS) -
O exército libanês disse na quarta-feira que, após uma investigação do departamento de inteligência, prendeu vários cidadãos libaneses e palestinos acusados de disparar projéteis contra o território israelense no final de março.
Os detidos são acusados de disparar foguetes em 22 de março e, menos de uma semana depois, em 28 de março, das proximidades da cidade de Nabatiye, no sul do Líbano, uma área onde a milícia xiita tem grande influência.
"A Diretoria de Inteligência do Exército identificou o grupo executor, que inclui libaneses e palestinos. Posteriormente, foram realizadas incursões em várias áreas, resultando na prisão de vários membros do grupo, bem como na apreensão do veículo e do equipamento usado em ambas as operações", acrescentou ele em sua mídia social.
As autoridades libanesas já prenderam várias pessoas suspeitas de disparar projéteis contra Israel, o que o Hezbollah negou, mas que o exército israelense usou para retomar o bombardeio da capital libanesa, Beirute, violando o acordo de cessar-fogo.
As partes chegaram a um acordo de cessação temporária das hostilidades que também exigia que Israel e o Hezbollah retirassem suas forças do sul do Líbano. Entretanto, o exército israelense não se retirou completamente e manteve cinco postos de observação no território vizinho.
Além disso, o exército israelense realizou vários bombardeios nas semanas seguintes ao cessar-fogo, argumentando que está agindo contra as atividades do Hezbollah e, portanto, não viola o cessar-fogo, embora tanto as autoridades libanesas quanto o Hezbollah tenham criticado essas ações.
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