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MADRID 8 out. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro interino da França, Sébastian Lecornu, disse na quarta-feira que havia percebido uma "vontade" por parte de outras forças políticas de chegar a um acordo e aprovar um orçamento geral antes do final do ano, "uma convergência que elimina a perspectiva de dissolução" da Assembleia Nacional e, portanto, de uma eleição antecipada.
Lecornu falou à mídia no início de seu segundo e último dia de contatos, depois de ter surpreendentemente apresentado sua renúncia na segunda-feira, apenas 14 horas depois de anunciar os nomes dos novos ministros. Na manhã desta quarta-feira, ele deve se reunir com representantes da "esquerda republicana", que não inclui o La France Insoumise (LFI).
O ex-ministro da defesa espera chegar a um consenso sobre uma "plataforma de ação" em prol da "estabilidade do país", embora tenha estabelecido como linha vermelha que o déficit público deve ser mantido abaixo de 5% do PIB nas próximas contas públicas. No entanto, ele não mencionou a reforma da previdência em seu discurso, apesar de ser um dos pontos que gera mais atrito, especialmente para a esquerda.
O presidente francês Emmanuel Macron, que não se pronunciou publicamente sobre a atual crise política, pediu a Lecornu na segunda-feira que fizesse uma última tentativa de negociação e lhe deu mais 48 horas para fazê-lo.
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