Publicado 30/08/2026 08:46

Le Pen e Farage comemoram a vitória do “Não” no referendo sobre a adesão da Islândia

"A adesão à União Europeia não é o horizonte natural de toda democracia europeia", afirma a líder do Agrupamento Nacional

REYKJAVÍK, 30 de agosto de 2026  -- Um eleitor retira as cédulas eleitorais em uma seção eleitoral em Reykjavík, na Islândia, em 29 de agosto de 2026. Os islandeses começaram a votar no sábado sobre a retomada das negociações para aderir à União Europeia
Europa Press/Contacto/Weng Xinyang

MADRID, 30 ago. (EUROPA PRESS) -

Marine Le Pen e Nigel Farage, líderes dos partidos ultranacionalistas e eurocéticos Agrupamento Nacional e Reform, comemoraram, respectivamente da França e do Reino Unido, a rejeição da população islandesa às negociações de adesão à União Europeia após o referendo deste sábado, entendendo que se trata de uma negação direta à existência do bloco.

“Parabéns à Islândia por manter sua independência”, escreveu Farage nas redes sociais após um plebiscito no qual os islandeses, acima de tudo, rejeitaram as consequências que uma adesão poderia acarretar para seu setor pesqueiro, pilar de sua economia nacional.

Le Pen foi além ao afirmar que o povo islandês relembrou “uma evidência”: que “a adesão à União Europeia não é o horizonte natural de toda democracia europeia”.

“Os povos devem poder decidir por si mesmos seu futuro, suas instituições e sua capacidade de defender seus interesses nacionais”, acrescentou Le Pen, no que descreveu como um golpe contra o “federalismo” e as “transferências de soberania para a Comissão Europeia”.

“Esta votação nos lembra que outra Europa é possível, uma Europa de nações livres, soberanas e que cooperam voluntariamente em questões de interesse comum”, acrescentou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado