Publicado 25/05/2026 17:07

Lavrov insta Rubio a retirar os diplomatas dos EUA de Kiev

Archivo - Arquivo - Malásia, Kuala Lumpur, 11 de julho de 2025: O ministro das Relações Exteriores da Rússia, SERGEI LAVROV (à direita), e o secretário de Estado dos Estados Unidos, MARCO RUBIO, apertam as mãos antes da reunião dos ministros das Relações
Europa Press/Contacto/Russian Foreign Ministry Pre

MADRID 25 maio (EUROPA PRESS) -

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, instou seu homólogo norte-americano, o secretário de Estado Marco Rubio, a evacuar seu pessoal da capital ucraniana, Kiev, no que parecem ser os sinais precursores de um novo ataque russo com mísseis contra a cidade.

"Por ordem do presidente russo Vladimir Putin, Sergei Lavrov informou oficialmente a parte norte-americana que, em resposta aos contínuos ataques terroristas do regime de Kiev contra civis e alvos civis em território russo, as Forças Armadas russas estão lançando ataques sistemáticos e constantes contra instalações em Kiev utilizadas pelas Forças Armadas ucranianas e contra os centros de tomada de decisão relevantes”, informou o Ministério das Relações Exteriores russo em um comunicado.

Lavrov relembrou o comunicado publicado nesta mesma segunda-feira por Moscou, no qual se recomenda a evacuação aos Estados Unidos e aos demais países com representação diplomática em Kiev.

O ministro referiu-se ainda aos acordos alcançados em agosto de 2025 entre Putin e o presidente norte-americano, Donald Trump, e "lamentou que os esforços descarados das elites europeias e do regime de Kiev estejam minando esses acordos, que abriram caminho para uma solução sustentável a longo prazo baseada em um equilíbrio de interesses".

Rubio e Lavrov também discutiram outras questões em aberto, como “a crise no Estreito de Ormuz” e “a situação em torno de Cuba”. Ambos “confirmaram seu compromisso mútuo, apesar das diferenças conhecidas, de intensificar os esforços para normalizar as condições de trabalho das missões diplomáticas russas e americanas no território um do outro”, conclui o comunicado.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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