Europa Press/Contacto/Jacek Szydlowski Forum
MADRID 11 set. (EUROPA PRESS) -
O Kremlin minimizou a importância das críticas da Polônia e de outras capitais europeias após a incursão de cerca de vinte drones russos no espaço aéreo polonês, pois considera que "não há nada de novo" nessas mensagens.
"Essa retórica é típica de quase todas as capitais europeias ultimamente", disse o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, na quinta-feira, observando que "não há nada a acrescentar" à versão do incidente apresentada no dia anterior pelo Ministério da Defesa, informa a agência de notícias Interfax.
O ministério disse que não incluiu nenhum alvo em território polonês na onda de ataques em larga escala que lançou contra a Ucrânia na quarta-feira, embora Varsóvia tenha afirmado que o ataque foi deliberado e não acidental.
O governo polonês também expressou preocupação com os exercícios militares iniciados esta semana em Belarus, envolvendo tropas russas, a ponto de ter fechado completamente a fronteira. Peskov disse que os exercícios foram "planejados" e "não foram contra ninguém".
RELAÇÕES COM TRUMP
Tudo isso tendo como pano de fundo a guerra na Ucrânia e sem que o presidente russo, Vladimir Putin, tenha dado sinais de querer se reunir com seu homólogo Volodymyr Zelensky no curto prazo, apesar dos esforços feitos pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em Washington.
O porta-voz do Kremlin esclareceu que Washington e Moscou não concordaram com uma nova conversa telefônica entre Putin e Trump, embora ele não tenha descartado essa possibilidade, já que "se for necessário", ela pode ser concluída "muito rapidamente".
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