Publicado 16/04/2026 08:42

O Kremlin minimiza o fato de os EUA terem retomado as sanções contra seu petróleo: “Aprendemos a conviver com isso”

RÚSSIA, MOSCOU - 13 DE ABRIL DE 2026: O porta-voz da Presidência russa, Dmitry Peskov, é visto antes de uma reunião entre o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, no Kremlin, em Moscou
Europa Press/Contacto/Vyacheslav Prokofyev

MADRID 16 abr. (EUROPA PRESS) -

O Kremlin minimizou nesta quinta-feira a decisão tomada pelos Estados Unidos na véspera de não prorrogar as licenças para o petróleo russo que estavam em vigor nas últimas semanas, numa tentativa de amenizar a crise energética provocada pela guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.

“Era previsível”, minimizou o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, depois que, na quarta-feira, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou que não estava prevista a renovação da suspensão das sanções ao petróleo, em vigor devido à guerra na Ucrânia.

“Já aprendemos a agir de forma a minimizar o impacto dessas medidas sobre nossos interesses. Continuaremos a fazê-lo”, concluiu Peskov, segundo a agência de notícias Interfax.

Há um mês, os Estados Unidos suspenderam temporariamente as sanções ao petróleo russo que se encontrava naquele momento em navios-tanque em alto mar, permitindo assim o seu envio a compradores de todo o mundo, numa tentativa de conter os preços do combustível que haviam disparado devido à guerra no Golfo.

Com essa medida, Washington pretendia injetar centenas de milhares de barris de petróleo no mercado internacional e conter os preços, que chegaram a rondar os 100 dólares por barril. A Ucrânia, por sua vez, lamentou que isso concedesse um novo fôlego à economia russa em um momento crucial da guerra.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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