Publicado 13/05/2025 07:20

O Kremlin diz que ainda está "se preparando" para a reunião de quinta-feira, sem esclarecer o nível de sua delegação

HANDOUT - 08 de maio de 2025, Rússia, Moscou: O presidente russo Vladimir Putin fala durante uma reunião com o presidente chinês Xi Jinping no Kremlin. Foto: -/Kremlin/dpa - ATENÇÃO: uso editorial somente e somente se o crédito mencionado acima for refere
-/Kremlin/dpa

A Ucrânia adverte que, se Putin não for à Turquia, "será o sinal final de que ele não quer acabar com a guerra".

MADRID, 13 maio (EUROPA PRESS) -

O Kremlin assegurou nesta quinta-feira que continua "preparando" a reunião prevista para a próxima quinta-feira na Turquia pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, embora não tenha esclarecido qual será a composição da delegação russa, já que o pedido ucraniano é que o próprio presidente compareça.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, manteve o discurso de Putin na madrugada de domingo, no qual o presidente propôs à Ucrânia retomar o diálogo direto em 15 de maio, em Istambul. Em resposta, seu colega ucraniano, Volodimir Zelenski, propôs uma reunião cara a cara com Putin.

"O lado russo ainda está se preparando", disse Peskov, que "por enquanto" evitou fazer declarações sobre a composição da delegação, de acordo com a agência de notícias Interfax. "Quando o presidente considerar necessário, nós o anunciaremos", disse ele.

Em vez disso, o Kremlin acusou as potências europeias de tentar prolongar o conflito atual, depois que vários governos ameaçaram adotar novas sanções se Moscou não concordar com um cessar-fogo que, segundo Kiev, deve durar pelo menos 30 dias.

Zelenski confirmou na segunda-feira que estaria em Istambul, onde até mesmo o presidente dos EUA, Donald Trump, agora em uma turnê de vários dias pelo Oriente Médio, está considerando ir.

O chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andri Yermak, sugeriu que a bola está agora no campo de Putin. "Se ele não for à Turquia, será o sinal definitivo de que a Rússia não quer acabar com a guerra, que não busca nem está disposta a iniciar negociações", resumiu.

Se ele não for, Yermak acredita que é hora de a comunidade internacional endurecer as sanções contra a Rússia e aumentar sua ajuda militar à Ucrânia, de acordo com declarações divulgadas pela presidência ucraniana.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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