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MADRID 9 fev. (EUROPA PRESS) -
O Kremlin defendeu nesta segunda-feira sua posição de não revelar detalhes sobre as conversas mantidas em agosto do ano passado pelos presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a cúpula de Anchorage, no estado do Alasca, um encontro que serviu para retomar os contatos de alto nível após terem sido interrompidos pela guerra na Ucrânia.
O porta-voz do presidente Putin, Dimitri Peskov, explicou que não seria favorável para as negociações revelar o conteúdo das mesmas e insistiu que continuem a ser realizadas “à porta fechada”, longe do que definiu como “diplomacia do megafone”, segundo noticiaram as agências de notícias russas.
“Não queremos revelar os detalhes”, concluiu Peskov, que garantiu que alguns dos acordos estabelecidos na reunião de Anchorage “são capazes de promover a solução”, ou pelo menos “possibilitar um avanço” na resolução da guerra na Ucrânia, às vésperas de completar quatro anos da invasão desse país.
Desde que Trump e Putin se reuniram em meados de agosto de 2025 nesta localidade situada no sul do Alasca, pouco se soube sobre o conteúdo das conversas e acordos que alcançaram, além de ambos concordarem em afirmar que foram proveitosos para ambas as partes.
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