Europa Press/Contacto/Mikhail Tereshchenko
MADRID 28 nov. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas apontaram para "uma profunda crise política" na Ucrânia depois que o chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andri Yermak, braço direito do presidente do país, Volodimir Zelenski, pediu demissão na sexta-feira após uma série de buscas em sua casa por agências anticorrupção ucranianas.
"Estão ocorrendo eventos em Kiev que indicam uma profunda crise política desencadeada por escândalos de corrupção", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos repórteres, conforme citado pela agência de notícias russa TASS.
Ele disse que "a corrupção foi e continua sendo associada ao dinheiro que os americanos e os europeus contribuíram para a guerra". "Como resultado, tanto os Estados Unidos quanto os países europeus provavelmente estão se perguntando o que acontecerá com o regime de Kiev amanhã", acrescentou.
A renúncia de Yermak ocorreu dias após a descoberta de um suposto esquema de corrupção no setor de energia ucraniano em uma operação apelidada de "Midas". As agências anticorrupção fizeram uma busca na sede da empresa estatal de energia atômica, a Energoatom.
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