Publicado 13/05/2025 14:35

Kellogg diz que Trump viajará para a Turquia se Putin também o fizer: "Pode ser uma reunião incrível".

Archivo - Arquivo - 18 de fevereiro de 2025, Bruxelas, Bxl, Bélgica: O enviado especial dos EUA para a Ucrânia e a Rússia, general Keith Kellogg, antes da reunião na sede do Conselho Europeu em Bruxelas, Bélgica, terça-feira, 18.02.2025. As discussões se
Europa Press/Contacto/Wiktor Dabkowski - Arquivo

Trump confirma que o Secretário de Estado Marco Rubio viajará para a Turquia

MADRID, 13 maio (EUROPA PRESS) -

O enviado especial dos Estados Unidos para a Ucrânia, Keith Kellogg, disse nesta terça-feira que o presidente Donald Trump viajará à Turquia se o presidente russo, Vladimir Putin, também o fizer, em um momento em que Volodimir Zelenski afirma que se reunirá diretamente com ele no país para negociar a paz.

"Esperamos que o presidente Putin também esteja lá e que o presidente Trump também esteja lá. Essa poderia ser uma reunião absolutamente incrível", disse ele em uma entrevista para a Fox News, na qual afirmou estar convencido de que um acordo poderia ser alcançado "com bastante rapidez" se os três líderes se encontrassem.

"O presidente Trump domina a arte do compromisso. Ele sabe como fazê-los funcionar e, se ele estiver presente, Zelenski e Putin estarão presentes. Acho que estamos muito mais próximos de um acordo do que muitas pessoas pensam", disse ele.

Kellogg adiantou que a primeira coisa a ser acordada será um cessar-fogo abrangente de 30 dias por meio do qual "negociações de paz podem ser estabelecidas", incluindo pontos como a soberania dos territórios tomados pela Rússia ou a adesão da Ucrânia à OTAN, que ele já confirmou que não acontecerá no curto prazo.

"Lamentamos ter que dizer à Ucrânia, mas isso pode não acontecer no curto prazo. Talvez no futuro, mas não agora", disse Kellogg, que previu que essas decisões não serão fáceis, "mas haverá concessões e concessões".

"Ninguém vai concordar com tudo, mas é o começo do fim dessa guerra", disse o enviado especial de Trump, que confirmou que os Estados Unidos estão dispostos a reforçar as sanções contra a Rússia caso um eventual acordo de paz continue sendo adiado.

"Essas sanções são muito sérias. Elas estão mais severas do que nunca", alertou, ressaltando que a Europa também está disposta a continuar nessa linha. "Trump disse várias vezes que queria que os europeus se posicionassem. Agora eles estão fazendo isso, demorou um pouco, mas estão fazendo bem", admitiu.

Embora a participação de Trump nesta reunião ainda esteja no ar e a da parte russa não tenha dado detalhes de quem comporá sua comitiva, o presidente dos Estados Unidos adiantou nesta terça-feira, da Arábia Saudita, que o secretário de Estado, Marco Rubio, estará na Turquia.

"Nosso pessoal irá para lá, Marco irá para lá, outros irão para lá, e veremos se conseguimos", disse Trump durante seu discurso em um fórum econômico em Riad, onde assegurou que vinha "trabalhando incansavelmente" para pôr fim ao "derramamento de sangue" entre russos e ucranianos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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