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Ucrânia ataca com sucesso uma fábrica de eletrônicos militares na região de Bryansk
MADRID, 29 set. (EUROPA PRESS) -
Keith Kellogg, enviado especial do presidente americano Donald Trump para a Ucrânia, confirmou que deu sua aprovação aos ataques de longo alcance que as forças armadas ucranianas vêm lançando nos últimos meses contra a Rússia, o último dos quais ocorreu na madrugada de segunda-feira em Bryansk.
"A resposta é sim. É preciso usar a capacidade de atacar com força. Não há santuários", disse o enviado de Trump em uma entrevista à Fox News, na qual esclareceu que esses ataques nem sempre tiveram o apoio do presidente dos EUA.
Kellogg explicou que, a essa altura da guerra, a Ucrânia "tem a oportunidade de desafiar a Rússia de forma muito mais agressiva", se assim o desejar e obtiver o armamento certo. Mas ele enfatizou a necessidade de cautela para evitar uma escalada maior envolvendo outros países.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenski está buscando armamento adequado e, nesta semana, solicitou ao governo o fornecimento de mísseis de cruzeiro de longo alcance Tomahawk, mas ainda não recebeu a autorização de Trump. "Isso dependerá do presidente", disse Kellogg.
Enquanto isso, o Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia informou na segunda-feira um novo ataque a instalações russas, desta vez na região de Bryansk, perto da fronteira.
A fábrica, localizada no distrito de Karachev, produz conectores elétricos para equipamentos militares, como sistemas de controle de mísseis, aviação e tecnologia espacial, tanques, veículos blindados, sistemas de comunicação e dispositivos de controle, de acordo com Kiev.
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