PRESIDENCIA DE ECUADOR EN X
MADRID 24 dez. (EUROPA PRESS) -
O presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, discutiu nesta terça-feira com seu homólogo equatoriano, Daniel Noboa, a possibilidade de criar um "corredor humanitário" com o objetivo de facilitar o retorno de migrantes venezuelanos sem documentos ao seu país de origem de diferentes partes do continente.
"O que propusemos nesta viagem é ver como um corredor humanitário pode ser criado para pessoas que estão em situação irregular no Chile, Peru e Equador", disse o chileno em uma coletiva de imprensa realizada no final de sua reunião com Noboa em Quito.
Quando perguntado sobre a resposta do Equador à sua proposta, Kast se limitou a dizer que "todos nós temos a mesma situação causada por um governante ilegítimo na Venezuela", em referência a Nicolás Maduro.
Nesse sentido, ele acrescentou que "entre todos nós temos que encontrar a maneira mais rápida, respeitando a dignidade do povo, para que ele retorne à sua terra natal, mas isso será mais tarde, quando ele for empossado como presidente", o que não ocorrerá até 11 de março de 2026.
De qualquer forma, a iniciativa deve ser acordada com Argentina, Peru, Equador, Bolívia e Colômbia, como ele afirmou horas antes de sua chegada à capital, em declarações relatadas pelo jornal 'La Tercera'.
Durante a reunião, ambos os líderes abordaram "os desafios comuns que temos em termos de segurança, imigração e desenvolvimento comercial e econômico", Kast indicou em sua conta na rede social X, onde expressou sua gratidão ao seu colega equatoriano pela "conversa agradável" e enfatizou que "uma nova era está começando nas relações entre" os dois países.
Essa é a segunda viagem de Kast ao exterior desde que ele se tornou presidente do Chile em 14 de dezembro, após vencer as eleições, pois na terça-feira ele se reuniu com o presidente da Argentina, Javier Milei, em Buenos Aires. Ele também deve viajar ao Peru em janeiro para uma reunião com o presidente, José Jerí.
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