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BRUXELAS, 31 mar. (EUROPA PRESS) -
A Alta Representante para a Política Externa da União Europeia, Kaja Kallas, destacou nesta terça-feira, em Kiev, “a coragem e a resiliência” dos ucranianos e afirmou que a Europa continuará oferecendo seu apoio militar, financeiro e humanitário; ocasião em que se comemora o quarto aniversário do massacre russo na cidade de Bucha.
“É bom estar em Kiev com os ministros das Relações Exteriores europeus. Cada visita é um poderoso lembrete da coragem e da resiliência da Ucrânia”, indicou a chefe da diplomacia europeia em uma mensagem divulgada nas redes sociais após sua chegada à capital ucraniana.
“Faremos tudo o que pudermos para garantir a plena responsabilização pelos crimes da Rússia”, reforçou Kallas, que nesta terça-feira convocou em Kiev uma reunião informal de ministros das Relações Exteriores da UE para sublinhar o compromisso do bloco comunitário com Kiev na comemoração do massacre.
Nesse contexto, a Alta Representante destacou que a Europa continua ao lado da Ucrânia e afirmou que “continuará a fornecer apoio militar, financeiro, energético e humanitário” ao país.
Enquanto se aguarda a divulgação formal do número e dos nomes dos ministros europeus que se deslocaram a Kiev, o chefe da diplomacia ucraniana, Andri Sibiga, agradeceu em outra mensagem nas redes sociais a visita de Kallas e de outros colegas europeus, acompanhada de um vídeo em que se observa a presença na capital ucraniana de pelo menos meia dúzia deles.
“Uma presença europeia tão forte neste dia demonstra que a justiça por esta e outras atrocidades é inevitável”, afirmou Sibiga, ao lado do vídeo em que é visto recebendo Kallas e vários ministros das Relações Exteriores europeus, incluindo o alemão, Johann Wadephul; o francês, Jean-Noël Barrot; a letã, Baiba Braze; a eslovena, Tanja Fajon; o italiano, Antonio Tajani; e o polonês, Radoslaw Sikorski.
Nesse contexto, o ministro ucraniano relembrou o “sombrio aniversário” do massacre de Bucha, quando “imagens terríveis de civis massacrados chocaram o mundo inteiro”, e defendeu que a prestação de contas total pelos crimes será “vital para restaurar a justiça na Europa”.
O ucraniano observou, além disso, que nestes dias se completam também quatro anos desde que a Ucrânia “começou a libertar a região de Kiev e outras áreas ocupadas pela Rússia em 2022”; por isso, é também uma “lembrança do heroísmo dos defensores” ucranianos. “A Ucrânia sabe como vencer”, concluiu.
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