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MADRID 16 jan. (EUROPA PRESS) -
O Tribunal Superior Anticorrupção da Ucrânia impôs uma fiança de 33 milhões de grivnas (650.000 euros) à ex-primeira-ministra Yulia Timoshenko para que não fosse presa por um caso relacionado com a compra de votos, além de outras medidas cautelares, como a retirada do passaporte ou a proibição de sair de Kiev.
Timoshenko, líder do partido opositor Pátria, tem cinco dias para depositar tal quantia. Caso pague a fiança, ela é obrigada a se apresentar regularmente às autoridades, informar qualquer mudança de residência e não se comunicar com os outros deputados investigados, informa a agência RBC.
Com base em gravações de áudio, as agências anticorrupção acusaram Timoshenko de ter subornado com até 10.000 dólares mensais deputados do partido Servidor do Povo, do presidente Volodimir Zelenski. “Os parlamentares deveriam receber instruções sobre como votar e como se abster”, afirmaram.
Timoshenko, primeira-ministra da Ucrânia brevemente em 2005 e depois entre 2007 e 2010, rejeitou as acusações e argumentou que essas gravações não têm nada a ver com ela. Nessas gravações, por exemplo, ficaria registrado como ela instruiu vários deputados a votar em uma nova série de nomeações, como as dos novos ministros da Defesa e da Energia.
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