Publicado 25/06/2025 19:07

A Justiça solicita à CGPJ medidas para descontar o salário dos juízes e promotores que participarem da greve.

O Ministro da Presidência, Justiça e Relações com os Tribunais, Félix Bolaños, em sua chegada à apresentação à imprensa no Congresso dos Deputados, em 24 de junho de 2025, em Madri (Espanha). A juíza considera que Bolaños, quando era secreta
Fernando Sánchez - Europa Press

MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -

O Ministério da Justiça pediu ao Conselho Geral do Poder Judiciário (CGPJ) que tome medidas para descontar o salário dos juízes e promotores que participarem da greve para protestar contra as reformas que o governo está preparando para o acesso às carreiras judiciais e do Ministério Público.

Fontes do departamento chefiado pelo Ministro Félix Bolaños explicaram na segunda-feira passada que, durante uma reunião entre o Ministério e as associações, o Secretário de Estado da Justiça, Manuel Olmedo, informou que enviaria uma carta oficial ao órgão dirigente dos juízes para fazer uma declaração sobre a greve, programada para os dias 1, 2 e 3 de julho.

Conforme noticiado na quarta-feira pelo jornal 'El País' e confirmado por fontes ministeriais à Europa Press, a Justiça instou a CGPJ, por meio do documento enviado, a tomar medidas para garantir que a parte proporcional do salário dos juízes e promotores que apóiam a greve seja descontada.

A Justiça lembra que, em 2009, a CGPJ já havia declarado que a lei espanhola "não prevê o direito de greve de juízes e magistrados e, portanto, considerou a greve declarada naquela época como não tendo sido convocada". Portanto, o Ministério quer saber se esse órgão mantém esse critério atualmente.

No entanto, a presidente da CGPJ, Isabel Perelló, convocou uma sessão plenária extraordinária para as 10 horas desta quinta-feira com o objetivo de chegar a uma posição conjunta sobre a situação atual.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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