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MADRID 23 mar. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal da Rússia aplicou nesta segunda-feira uma multa de 10,5 milhões de rublos (110.375 euros) à plataforma Telegram por se recusar a retirar conteúdo supostamente proibido pela legislação russa, uma medida semelhante a outras tomadas anteriormente por “incitar a prática de ataques terroristas” e manter informações que apoiam a participação em protestos contra o governo.
O tribunal de Taganski, em Moscou, capital russa, declarou a plataforma “culpada” e impôs uma “sanção administrativa contra ela”, conforme indicado pelo tribunal, de acordo com informações coletadas pela agência de notícias russa Interfax.
Além disso, o Telegram foi declarado culpado, de acordo com o Código de Infrações Administrativas da Federação Russa, por “violar o procedimento para restringir o acesso às informações indicadas e aos recursos cujo acesso está sujeito a restrições” no território russo.
A Justiça russa já havia imposto medidas semelhantes contra o Telegram nos últimos anos por motivos semelhantes relacionados à recusa em remover conteúdo da plataforma, em consonância com a sentença proferida em abril de 2025, quando também foi imposta uma multa — embora inferior — de 7 milhões de rublos (cerca de 74.800 euros).
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