Publicado 14/01/2026 02:50

A Justiça russa condena mais de 1.000 militares ucranianos por “assassinato de civis” no Donbass

Archivo - Arquivo - RÚSSIA, SÃO PETERSBURGO - 19 DE MAIO DE 2025: O presidente do Comitê de Investigação Russo, Alexander Bastrykin, discursa em uma sessão plenária intitulada “Lições não aprendidas da Segunda Guerra Mundial: as realidades do neonazismo”,
Europa Press/Contacto/Alexander Demianchuk

MADRID 14 jan. (EUROPA PRESS) - O presidente do Comitê de Investigação russo, Alexander Bastrykin, afirmou nesta terça-feira que a Justiça russa condenou mais de mil militares ucranianos pelo suposto assassinato de civis em Donbás.

“Os tribunais analisaram (...) 802 processos criminais e 1.069 militares ucranianos foram condenados por assassinato de civis, tratamento cruel a civis e participação em combates como mercenários”, detalhou ele em entrevista à agência de notícias russa TASS.

Bastrykin indicou também que o total de processos criminais relacionados com as operações militares ucranianas ascende a 898 e envolve 1.212 indivíduos ligados às Forças Armadas da Ucrânia e a grupos nacionalistas, bem como mercenários estrangeiros.

Além disso, o investigador russo indicou que “os danos causados pela destruição de instalações de infraestrutura civil” pelas forças ucranianas ultrapassam 706 bilhões de rublos (7,699 bilhões de euros).

A maior parte desses danos foi registrada no que ele chamou de “novas entidades constituintes da Federação Russa”, em alusão às províncias parcialmente ocupadas de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporizhia, onde estimou os prejuízos em “mais de 560 bilhões de rublos (6,107 bilhões de euros)”, enquanto o montante restante corresponde às “regiões fronteiriças e de retaguarda”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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