GOBIERNO DE SANTA CRUZ, BOLIVIA - Arquivo
MADRID 14 fev. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal anticorrupção em La Paz rejeitou na sexta-feira o pedido de libertação condicional do líder da oposição Luis Fernando Camacho, preso desde dezembro de 2022, acusado de participar da crise política de 2019, que levou à renúncia de Evo Morales após mais de duas semanas de protestos violentos.
O tribunal rejeitou argumentos sobre a saúde precária de Camacho, cuja acusação por terrorismo, sedição e associação criminosa está incluída no caso conhecido como "Golpe I", pelas mobilizações e greves que ocorreram durante seu período como chefe de Santa Cruz.
O ex-governador de Santa Cruz, uma das figuras políticas mais proeminentes durante aquelas semanas de protestos, está detido na prisão de segurança máxima de Chonchocoro, em La Paz.
Jeanine Áñez, que se autoproclamou presidente durante a crise, já foi condenada a dez anos de prisão no caso conhecido como "Golpe II". Recentemente, o judiciário decidiu retirá-la do caso "Golpe I", considerando que ela já havia sido julgada no processo anterior.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático