Publicado 23/07/2026 07:21

A Justiça do Peru prorroga por um ano a prisão preventiva de Pedro Castillo por um caso de corrupção

O ex-presidente já cumpre pena de 11 anos por crimes de rebelião após sua tentativa de autogolpe de Estado

Archivo - Arquivo - PEQUIM, 29 de novembro de 2025  -- O ex-presidente peruano Pedro Castillo comparece ao julgamento contra ele em Lima, no Peru, em 27 de novembro de 2025. Castillo foi condenado nesta quinta-feira a 11 anos, cinco meses e 15 dias de pri
Europa Press/Contacto/stringer - Arquivo

MADRID, 23 jul. (EUROPA PRESS) -

A Justiça do Peru rejeitou o recurso do ex-presidente Pedro Castillo para anular a prisão preventiva em que se encontra por um suposto caso de corrupção, alegando que existe risco de fuga e, por outro lado, prorrogou sua prisão até, pelo menos, março de 2027.

O Poder Judiciário confirmou a prorrogação por 12 meses da prisão preventiva contra o ex-presidente, investigado por supostos crimes de tráfico de influências e conluio, que permanecerá preso até pelo menos 8 de março de 2027.

Entre os motivos apresentados está o fato de Castillo não possuir vínculos familiares, profissionais e de residência no Peru, uma vez que sua família se encontra no México, após ter recebido asilo em dezembro de 2022; por isso, sustenta-se que existe risco de fuga.

Além desse caso, o ex-presidente cumpre pena de 11 anos de prisão por crimes de rebelião relacionados à sua tentativa fracassada de autogolpe de Estado, em dezembro de 2022. Nesse contexto, ele solicitou ao atual presidente do Peru, José María Balcázar, que considere a concessão de um indulto, decisão que deve ser tomada na próxima semana.

A menos de uma semana de passar o comando à presidente eleita, Keiko Fujimori, Balcázar também não descartou que seja justamente durante o próximo mandato que se chegue a uma decisão sobre essa questão, já que a nova líder assumirá o cargo em 28 de julho.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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