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MADRID 23 fev. (EUROPA PRESS) - Um tribunal da Colômbia rejeitou neste domingo o recurso apresentado por Margareth Chacón, condenada a 35 anos pelo assassinato, em maio de 2022, do procurador paraguaio Marcelo Pecci, um caso pelo qual as autoridades do país latino-americano prenderam outras sete pessoas.
A Câmara de Cassação Civil do Supremo Tribunal decidiu assim manter a sentença contra Chacón, acusada de homicídio qualificado, alegando que seu recurso apresentava “hipóteses factuais sem fundamento jurídico e apontando erros de direito a partir de opiniões sem fundamentos legais ou doutrinários e, em todo caso, argumentando reprovações próprias do cenário litigioso, inconducentes”.
A resposta do tribunal superior vem após um recurso em que os advogados de Chacón denunciaram que o promotor responsável pelo caso, Mario Burgos, ocultou 85% das informações sobre a instrução, o que teria impedido uma defesa adequada de sua cliente.
Chacón está presa desde janeiro de 2023, quando assim o decidiu um juiz de garantias de Bogotá, por ser considerada a autora intelectual do assassinato do promotor Pecci nas praias de Barú, na Colômbia, em maio do ano anterior.
A acusada foi detida pouco antes de sua chegada ao aeroporto El Dorado, na capital, após ser deportada pelas autoridades de El Salvador, que também prenderam um cidadão salvadorenho acusado de supostamente ajudar a colombiana a cometer o crime.
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