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MADRID, 16 jun. (EUROPA PRESS) -
A justiça colombiana apoiou a prisão, no sábado, de Katerine Martínez, suspeita de estar envolvida no atentado contra o senador e pré-candidato presidencial Miguel Uribe, depois que ele foi baleado há mais de uma semana em Bogotá, um fato pelo qual outras duas pessoas já foram presas.
Um juiz supervisor tomou essa decisão um dia antes de o Ministério Público anunciar a acusação dessa mulher, presa neste sábado em Florencia, Caquetá, por colaborar no ataque contra o líder do Centro Democrático (oposição).
Fontes citadas pela W Radio confirmaram que Martínez entregou a arma ao assassino que atirou nas costas do senador, um menor de 15 anos que, desde então, está preso por tentativa de homicídio e posse ilegal de arma.
Neste domingo, a chamada Marcha do Silêncio foi convocada em até 23 cidades da Colômbia para condenar o ataque contra Uribe, em eventos nos quais tanto o partido governista quanto a oposição e setores independentes e cidadãos sem filiação política convocaram a participação.
A Secretaria de Governo confirmou que 70.000 pessoas participaram da manifestação somente em Bogotá. Da capital colombiana, o pai do senador, Miguel Uribe Londoño, agradeceu o apoio recebido desde 7 de junho e lamentou que "a violência tenha voltado e Miguel Uribe Turbay esteja lutando por sua vida".
Também houve marchas em Medellín, Barranquilla, Cali, Cúcuta e Bucaramanga, com um código de vestimenta predominantemente branco.
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