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MADRID 31 jul. (EUROPA PRESS) -
A Justiça britânica confirmou a decisão de permitir a construção da “megaembaixada” chinesa no terreno da antiga Casa da Moeda Real, próximo à Torre de Londres, indeferindo assim o recurso interposto por um grupo de moradores e comerciantes da região, que alegavam motivos de segurança na área.
A Associação de Moradores de Royal Mint Court (RMCRA, na sigla em inglês) denunciou as possíveis ameaças à segurança nacional que a construção dessas instalações poderia representar, incluindo casos de espionagem e a possibilidade de o centro ser utilizado para perseguir opositores chineses no Reino Unido.
As reclamações dessa associação contaram com o apoio do Partido Conservador e do partido de extrema direita Reform UK, enquanto as autoridades britânicas enfatizaram que as possíveis preocupações dos moradores foram levadas em consideração, entre elas o risco de incêndio que, segundo eles, o governo chinês ignora.
Pequim vinha tentando há anos realocar sua Embaixada, atualmente localizada no distrito de Marylebone, para transferi-la para uma área próxima à Torre de Londres, um imóvel que adquiriu em 2018 por 316 milhões de euros.
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