TOLEDO 23 jun. (EUROPA PRESS) -
O júri que vem julgando, desde esta segunda-feira, J.J.S.A., acusado dos crimes de homicídio e aborto por ter matado sua esposa a facadas no ano de 2022 em Escalona (Toledo), quando ela estava grávida e prestes a dar à luz, já começou a deliberar após ter recebido a orientação para o veredicto.
A deliberação do júri, composto por nove membros — dois homens e sete mulheres —, ocorre após duas sessões nas quais o réu reconheceu os fatos, afirmando que não sabia o que lhe passou pela cabeça no momento em que eles ocorreram. “Fui tomado pela raiva”, chegou a afirmar nesta segunda-feira.
Após a apresentação de todas as provas testemunhais, tanto o Ministério Público quanto a acusação particular exercida pela Junta de Comunidades de Castela-La Mancha concordaram em que seja aplicada a circunstância atenuante da confissão ao réu, com uma redução das penas de 25 para 22 anos pelo crime de homicídio e de 8 para 6 anos pelo de aborto. No entanto, mantêm-se as circunstâncias agravantes de parentesco e de gênero.
Por sua vez, a acusação particular, além de solicitar também a aplicação da circunstância atenuante de confissão, manteve sua exigência de que seja levada em consideração a circunstância eximentante ou, na falta dela, a circunstância atenuante de agir sob a influência de álcool e drogas.
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