Publicado 25/04/2025 11:01

O júri considera o acusado culpado pelo esfaqueamento fatal de um homem em Guadalajara

Julgamento por esfaqueamento de um homem em Guadalajara
EUROPA PRESS

GUADALAJARA 25 abr. (EUROPA PRESS) -

O júri, depois de deliberar por dois dias, considerou L.M.L.M. culpado pela morte de M.S. em 15 de junho de 2024, no bairro de Alamín, em Guadalajara, a quem naquele dia, "surpreendentemente e por trás", e "ciente" de que sua ação poderia causar sua morte, ele o esfaqueou com uma faca que causou um ferimento penetrante fatal.

Os membros do júri também consideram que o reconhecimento do acusado foi demonstrado na prova direta do vídeo fornecido no julgamento que está em andamento desde a última terça-feira no Tribunal Provincial de Guadalajara.

Uma gravação de aproximadamente 45 segundos que foi entregue por uma pessoa anônima à Polícia Nacional e que se tornou viral, onde o acusado é reconhecido como o autor dos fatos.

O relatório do júri lido por seu porta-voz também entende que o acusado realizou um ataque fatal contra a vítima depois que ela foi vista batendo na janela de seu veículo, o júri considerou os testemunhos dos policiais coerentes em suas declarações, em oposição às contradições da esposa de L.M.L.M., que afirmou que, no momento do crime, seu marido estava dormindo.

"Após as provas e depoimentos, consideramos que o acusado, seu veículo e sua casa são reconhecidos, sendo claramente reconhecíveis pelos fatos", declarou o porta-voz do júri, descartando, portanto, que no dia dos fatos L.M.L.M. estivesse dormindo, como ele mesmo declarou e como viu.

O júri também considerou igualmente comprovado, com base no relatório forense, que a facada foi "muito forte" e que, portanto, ficou claro que ele não tinha possibilidade de defesa.

Tampouco consideram que tenha sido demonstrada a incapacidade do autor do crime de entender que, ao cometer o crime, iria matá-lo, uma vez que o exame toxicológico realizado pelos médicos do Instituto Nacional de Toxicologia e pelo médico forense do Instituto de Medicina Legal de Alcalá de Henares "não nos permite extrapolar se, no momento do crime, o indivíduo estava em um estado de intoxicação total".

Da mesma forma, eles não viram nenhuma evidência que demonstre que o suposto autor do crime estava em um estado descontrolado no momento do ataque que pudesse ter limitado suas faculdades, já que o vídeo mostra que ele estava indo em direção à vítima "com determinação, fora de qualquer calor".

Não houve nenhum incidente durante a deliberação do veredicto, que também considerou que o acusado não deveria receber os benefícios da revisão condicional de sua sentença, nem deveria ser solicitado ao Governo que o perdoasse.

O acusado está em prisão preventiva desde 19 de junho do ano passado, quando foi preso, até a presente data.

O julgamento foi marcado para a sentença, com o Ministério Público mantendo seu pedido inicial de pena de 25 anos de prisão para o acusado e também de responsabilidade civil dos três membros da família como vítimas diretas, dois irmãos e o primo como parente próximo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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