Publicado 07/02/2026 07:04

Jupol expressa "indignação" após a libertação dos envolvidos em uma briga em Avilés que deixou policiais feridos

Archivo - Arquivo - Agentes da Polícia Nacional em Oviedo.
CNP - Arquivo

OVIEDO 7 fev. (EUROPA PRESS) - O sindicato Jupol, maioritário na Polícia Nacional, expressou neste sábado sua “profunda indignação” pela decisão judicial que permitiu a libertação de quatro pessoas detidas em Avilés, após uma discussão em um local em Sabugo, onde, segundo indicam, agrediram duas patrulhas da Polícia Nacional.

O Jupol lamenta que os detidos tenham sido libertados apenas 24 horas após a sua detenção, enquanto três agentes continuam em baixa médica devido aos ferimentos sofridos durante a intervenção.

Considera “absolutamente inaceitável” que aqueles que atacam diretamente os agentes no exercício de suas funções não enfrentem consequências imediatas e proporcionais à gravidade dos fatos, e alerta que essa situação gera frustração e desmoralização entre os policiais.

O sindicato adverte que estes factos evidenciam uma “grave erosão do princípio da autoridade” e enviam uma mensagem de impunidade à sociedade, colocando em risco tanto os agentes como a segurança dos cidadãos.

A Jupol denuncia que este tipo de episódios se repete com frequência em Espanha devido a um quadro legislativo “insuficiente”, que “não oferece uma resposta clara nem dissuasora” face às agressões a membros das Forças e Corpos de Segurança do Estado.

Por isso, reclama um endurecimento legislativo “imediato” para reforçar a proteção penal dos agentes e garantir penas proporcionais à gravidade dos crimes. Além disso, exige do governo um reconhecimento real e efetivo da Polícia Nacional, que se traduza em proteção legal, apoio político, meios adequados e garantia da dignidade profissional dos agentes.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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