Publicado 02/10/2025 13:41

A Junts anuncia que apoiará o decreto de embargo de armas a Israel e abre caminho para sua validação.

A porta-voz da Junts no Congresso, Miriam Nogueras, durante uma sessão plenária no Congresso dos Deputados, em 16 de setembro de 2025, em Madri (Espanha). Na terça-feira, o Congresso debaterá uma iniciativa da Esquerra Republicana (ERC) que pede
Fernando Sánchez - Europa Press

MADRID 2 out. (EUROPA PRESS) -

Junts anunciou nesta quinta-feira que na próxima semana votará a favor no Congresso para a validação do decreto-lei de embargo de armas a Israel, abrindo assim o caminho para a ratificação dessa norma.

Fontes do partido catalão pró-independência confirmaram à Europa Press sua intenção de unir seus votos aos do PSOE, Sumar e à maioria dos parceiros de investidura de Pedro Sánchez, com exceção do Podemos, que considera o conteúdo do decreto insuficiente, e do PNV, que ainda não revelou seu voto, mas não votará contra.

Do partido roxo, ainda não se sabe se optarão pela abstenção ou se votarão diretamente "não" a uma lei que está em vigor desde que foi publicada no Diário Oficial do Estado (BOE), mas que precisa do aval do Congresso para continuar em vigor.

Por sua vez, fontes do PNV explicaram à Europa Press que sua intenção é facilitar a validação do embargo, embora ainda não tenham esclarecido se o farão votando a favor ou se seus cinco deputados se absterão.

As formações que até o momento manifestaram seu apoio ao texto - PSOE, Sumar, ERC, Junts, Bildu, BNG, Coalición Canaria e o deputado do Compromís no Misto, Àgueda Micó - somam 175 votos e também se espera o sim do ex-ministro José Luis Ábalos, o que levaria a uma maioria absoluta de sins.

O PP também não quis revelar a direção de seu voto, deixando a porta aberta para votar contra, juntamente com o Vox e, previsivelmente, a Unión del Pueblo Navarro. Os três somam 171 votos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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