Mateo Lanzuela - Europa Press
VALLADOLID 19 ago. (EUROPA PRESS) -
A Junta de Castilla y León declarou a situação de "alerta" em toda a Comunidade entre 19 e 22 de agosto devido à persistência de condições climáticas extremamente adversas que intensificaram o risco de incêndios florestais e a situação de "alarme extremo" nas províncias de León, Zamora e Salamanca.
De acordo com a Consejería de Medio Ambiente, a seca prolongada e o estresse hídrico severo da vegetação, juntamente com a virulência demonstrada pelos incêndios registrados nos últimos dias, tornaram necessária a adoção de novas restrições para salvaguardar a segurança da população e da propriedade.
Com a declaração de 'Alerta', as limitações relacionadas ao uso do fogo e a certas atividades que possam causar faíscas ou deflagrações tanto na floresta quanto em seus arredores são intensificadas, e as autorizações concedidas anteriormente não estão mais em vigor.
Além disso, a resolução eleva o nível para 'Alarme extremo' nos municípios de Léon, Zamora e Salamanca, onde são aplicadas medidas adicionais, como a proibição do uso de fumantes em atividades apícolas, o uso de máquinas que possam causar ignições e o trânsito de pessoas e veículos pelas florestas, exceto em casos de acesso a propriedades, atividades profissionais ou ações de emergência.
O Ministério Regional insiste na necessidade de se tomar precauções extremas durante esses dias críticos e faz um apelo expresso ao público para que evite qualquer imprudência que possa desencadear um foco de incêndio, ressaltando que a menor negligência pode levar a situações de grave risco para a população e o ambiente natural.
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