Publicado 16/02/2026 07:40

A Junta autoriza o regresso dos moradores de 1.342 das 1.619 habitações de Grazalema

Imagens dos moradores desalojados de Grazalema no poliesportivo El Fuerte de Ronda. Em 15 de fevereiro de 2026, em Ronda, Málaga (Andaluzia, Espanha). O presidente da Junta da Andaluzia, Juanma Moreno, deslocou-se neste domingo a Ronda (Málaga) para
Álex Zea - Europa Press

CÁDIZ 16 fev. (EUROPA PRESS) - O conselheiro da Presidência, Emergências e Saúde, Antonio Sanz, anunciou que, a partir desta segunda-feira, foi autorizado o regresso a casa da maioria dos moradores de Grazalema (Cádiz), concretamente de 1.342 habitações das 1.619 registradas.

Em uma mensagem nas redes sociais, divulgada pela Europa Press, Antonio Sanz indicou que esse retorno será “ordenado e gradual” e que será feito com meios próprios e com o apoio do Plano de Emergência para pessoas vulneráveis e com necessidades especiais.

Este regresso à vila ocorre 11 dias depois de todos os seus moradores terem sido completamente evacuados devido aos riscos existentes de um possível desabamento, sendo a sua população encaminhada para o pavilhão El Fuerte de Ronda (Cádiz), de onde foi realojada em hotéis desta localidade e noutros municípios da região.

Este domingo, o presidente da Junta de Andaluzia, Juanma Moreno, anunciou que hoje seria decidida a volta parcial dos vizinhos desalojados de Grazalema (Cádiz), uma decisão que dependia dos relatórios apresentados pelos geólogos do Conselho Superior de Investigação Científica (CSIC) sobre “quais zonas do município e do centro urbano são seguras”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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