BARCELONA, 25 jun. (EUROPA PRESS) -
A juíza de Martorell (Barcelona) que investiga a morte do fundador da Mango, Isak Andic, ouvirá os depoimentos das quatro primeiras testemunhas na terça-feira, 30 de junho, e de mais três na sexta-feira, 3 de julho, informou o Tribunal Superior de Justiça da Catalunha (TSJC) nesta quinta-feira em um comunicado.
Na sexta-feira, a juíza aceitou o pedido da promotora, Teresa Yoldi, de ouvir, em audiência no tribunal, cerca de dez testemunhas, entre as quais estão as duas filhas do fundador da Mango e irmãs de Jonathan Andic, que está sendo investigado por um suposto crime de homicídio.
A juíza também determinou que fossem ouvidos a terapeuta familiar e os agentes da Unidade de Intervenção em Montanha dos Mossos d'Esquadra que inspecionaram a área onde Isak Andic caiu, perto das Coves del Salnitre, em Collbató (Barcelona), de acordo com o auto consultado pela Europa Press.
O MÓVEL
No mesmo auto, a juíza ordenou novas diligências de investigação, em sua maioria relacionadas ao celular do único indiciado por esses fatos.
Especificamente, solicitou à Unidade Territorial de Homicídios da Região Metropolitana Sul dos Mossos d'Esquadra que esclarecesse as datas e as ações de Jonathan Andic durante sua viagem ao Equador (viagem na qual o investigado alega que seu celular foi roubado), incluindo os itinerários e atividades que realizou, bem como os contatos que manteve.
Também solicitou aos Mossos que elaborassem um laudo técnico para apurar o funcionamento do aplicativo WhatsApp em um computador (dispositivo cuja apreensão ela solicita), com o objetivo de verificar se é possível utilizar essa ferramenta sem o celular.
Além disso, solicitou ao responsável pela Cibersegurança da Mango um registro com todos os aparelhos corporativos entregues e recebidos por Jonathan Andic de 2020 a 2025, e ordenou que fosse enviada uma comissão rogatória à Apple para que esta forneça todas as informações relativas à conta associada ao seu aparelho desde dezembro de 2024, quando ocorreram os fatos, até março de 2025.
Quanto ao aparelho desaparecido em Quito, a juíza solicitou que fossem investigadas todas as comunicações, registros de tráfego e conexões associadas ao dispositivo de Andic no intervalo de tempo em que ele estava localizado nas antenas de telefonia que cobrem o local do ocorrido.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático