Rober Solsona - Europa Press
VALÊNCIA 29 jan. (EUROPA PRESS) -
A juíza que investiga a gestão da catastrófica tempestade de 29 de outubro de 2024, que causou 230 mortes na província de Valência, recusou-se a investigar um chat em grupo do WhatsApp de José Manuel Cuenca, que foi chefe de gabinete do ex-presidente da Generalitat Valenciana, Carlos Mazón.
Isso consta de uma decisão notificada nesta quinta-feira pela magistrada do Tribunal de Instância de Catarroja que instrui o caso em relação ao pedido feito por uma das acusações apresentadas no processo, a associação Mai Més València.
Especificamente, esta acusação solicitou, no passado dia 23 de janeiro, o alargamento da investigação acordada pela juíza relativamente às conversas do telemóvel do ex-chefe de gabinete do ex-presidente da Generalitat a um grupo do WhatsApp denominado «Chat Emergências».
Solicitou as conversas do grupo dos dias 28, 29 e 30 de outubro de 2024, na madrugada, com a identificação das pessoas que faziam parte, a data de constituição do grupo e a data de incorporação de Cuenca ao mesmo.
A juíza justifica sua recusa alegando que a decisão proferida a esse respeito foi resultado do consentimento expresso dado pela testemunha em uma audiência. “A extensão que interessa à acusação popular Mai Més afetaria outras pessoas” e, além disso, “não corresponde ao consentimento dado” pela testemunha, precisa a magistrada, juntamente com outros argumentos.
“A extensão que interessa à representação da acusação popular Mai Més afetaria outras pessoas e outros dias diferentes — a testemunha limitou-se a 29 de outubro de 2024 — e não corresponde ao consentimento dado por Cuenca”.
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