NACHO CUBERO-EUROPA PRESS
SANTANDER, 27 mar. (EUROPA PRESS) -
A juíza responsável pelo inquérito sobre o caso da passarela costeira de El Bocal, em Santander, onde seis jovens morreram e outra ficou gravemente ferida, decidiu que a situação processual da operadora do 112 — que, um dia antes da tragédia, recebeu a ligação de um morador de Monte alertando sobre o mau estado da estrutura e repassou esse aviso à Polícia Local — passe de testemunha para investigada.
Foi o que decidiu a magistrada da Sala nº 1 da Seção de Instrução do Tribunal de Primeira Instância de Santander nesta sexta-feira, após ouvir o depoimento dessa mulher, que trabalha para o Serviço de Emergências da Cantábria, e à qual havia alertado para que comparecesse à intimação judicial acompanhada de um advogado, caso sua situação processual mudasse ao longo do depoimento, como de fato ocorreu.
O objetivo dessa decisão é garantir seu direito de defesa, o que implica, entre outros aspectos, não prestar depoimento, não se declarar culpada e ser assistida por um advogado, segundo informaram fontes judiciais.
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