Publicado 07/04/2025 12:31

Juiz ordena que o governo não "intervenha" no protesto de quarta-feira contra a reforma da previdência

O magistrado pede às autoridades da Cidade de Buenos Aires que se encarreguem da segurança da manifestação.

12 de março de 2025, Buenos Aires, Argentina: Um aposentado caminha pela rua enquanto, ao fundo, um carro pega fogo durante a manifestação no Congresso Nacional. Os aposentados, apoiados por vários setores sociais e torcedores de futebol, protestaram no C
Europa Press/Contacto/Santi Garcia Diaz

MADRID, 7 abr. (EUROPA PRESS) -

Um juiz aceitou um recurso dos sindicatos para pedir à cidade de Buenos Aires que administre a segurança da manifestação contra a reforma previdenciária prevista para quarta-feira na capital argentina, pedindo ao governo federal que se abstenha de "intervir" na mobilização.

Os sindicatos, incluindo a Confederação Geral do Trabalho (CGT), a maior do país, argumentaram que as forças policiais lideradas pelo Ministério da Segurança agiram "ilegalmente" durante as manifestações de 12 de março, excedendo suas funções.

O juiz Roberto Andres Gallardo disse que houve uma "atitude preocupante de excessiva e excessiva" por parte das forças de segurança e pediu que a Cidade de Buenos Aires se encarregasse da segurança "de forma autônoma" e dos direitos dos manifestantes nos protestos de quarta-feira.

Também pediu ao governo federal que "se abstenha de intervir e interferir na autonomia da Cidade Autônoma de Buenos Aires em termos de segurança pública, além dos limites legais de proteção dos interesses federais", de acordo com o jornal quinzenal 'Perfil'.

Cerca de 120 pessoas foram presas durante os protestos de 12 de março em torno do Congresso. Organizações como a Human Rights Watch denunciaram os abusos cometidos pelas forças de segurança naquele dia, enquanto o governo afirma que houve infiltração de grupos de torcedores violentos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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