Europa Press/Contacto/Santi Garcia Diaz
MADRID, 7 abr. (EUROPA PRESS) -
Um juiz aceitou um recurso dos sindicatos para pedir à cidade de Buenos Aires que administre a segurança da manifestação contra a reforma previdenciária prevista para quarta-feira na capital argentina, pedindo ao governo federal que se abstenha de "intervir" na mobilização.
Os sindicatos, incluindo a Confederação Geral do Trabalho (CGT), a maior do país, argumentaram que as forças policiais lideradas pelo Ministério da Segurança agiram "ilegalmente" durante as manifestações de 12 de março, excedendo suas funções.
O juiz Roberto Andres Gallardo disse que houve uma "atitude preocupante de excessiva e excessiva" por parte das forças de segurança e pediu que a Cidade de Buenos Aires se encarregasse da segurança "de forma autônoma" e dos direitos dos manifestantes nos protestos de quarta-feira.
Também pediu ao governo federal que "se abstenha de intervir e interferir na autonomia da Cidade Autônoma de Buenos Aires em termos de segurança pública, além dos limites legais de proteção dos interesses federais", de acordo com o jornal quinzenal 'Perfil'.
Cerca de 120 pessoas foram presas durante os protestos de 12 de março em torno do Congresso. Organizações como a Human Rights Watch denunciaram os abusos cometidos pelas forças de segurança naquele dia, enquanto o governo afirma que houve infiltração de grupos de torcedores violentos.
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