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MADRID 27 mar. (EUROPA PRESS) -
Um juiz federal ordenou que a administração Trump tome uma série de medidas para preservar as mensagens na rede social Signal, depois que um grupo de altos funcionários falou sobre os bombardeios no Iêmen em um bate-papo nesse aplicativo sem perceber que um jornalista havia sido incluído na conversa por engano.
O juiz James Boasberg, do Distrito de Colúmbia dos EUA, ordenou que as autoridades americanas apresentassem uma declaração juramentada para garantir que as mensagens do Signal enviadas e recebidas entre 11 e 15 de março fossem preservadas, após uma ação judicial do grupo de transparência American Oversight.
A diretora executiva interina da American Oversight, Chioma Chukwu, explicou em um comunicado que "o público tem o direito de saber como são tomadas as decisões sobre guerra e segurança nacional". "A responsabilidade não desaparece simplesmente porque uma mensagem foi configurada para ser excluída automaticamente", acrescentou.
Isso ocorre depois que a revista 'The Atlantic' divulgou na quarta-feira o conteúdo completo do bate-papo sobre os bombardeios em solo iemenita, que originalmente deveria ser excluído automaticamente após uma semana. A organização American Oversight alegou que isso viola a lei sobre a preservação de registros.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, já havia defendido que em nenhum momento foram compartilhadas informações confidenciais ou planos de guerra no chat em que o jornalista Jeffrey Goldberg foi encontrado por engano.
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