MADRID 19 set. (EUROPA PRESS) -
Um juiz federal rejeitou na sexta-feira a ação judicial por difamação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o jornal 'The New York Times', argumentando que o pedido é "decididamente impróprio e inadmissível" porque não segue as regras para a apresentação de ações civis.
O juiz do Tribunal Distrital Médio da Flórida, Steven Merryday, declarou que o processo "contradiz de forma inequívoca e indesculpável" os requisitos das regras federais de procedimento civil, enfatizando que a queixa deve ser uma "declaração curta, simples e direta de alegações factuais".
Merryday acrescentou que a equipe jurídica de Trump pode reapresentar a queixa dentro de um mês, mas deve limitá-la a um máximo de 40 páginas, enquanto a atual tinha 85 páginas. Ela não deve ser "um fórum público para vitupérios e invectivas", nem "um megafone de relações públicas", informa a CNN.
No início desta semana, Trump anunciou um processo de difamação e calúnia no valor de US$ 15 bilhões (mais de 12,7 bilhões de euros) contra o "The New York Times", que ele classificou como tendo se tornado um porta-voz do Partido Democrata. "O jornal vem mentindo há décadas sobre seu presidente favorito (EU!), minha família (...) e nossa nação como um todo", disse ele na ocasião.
A Casa Branca acusou o jornal de fazer "a maior contribuição ilegal de campanha da história", destacando seu endosso de primeira página à candidatura presidencial da democrata Kamala Harris, que no governo anterior, o de Joe Biden, ocupava a vice-presidência.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático